terça-feira, 25 de maio de 2010

Questão norteadora do chat!

"Quais estratégias devem ser adotadas para se conseguir uma melhor interação e colaboração entre os participantes, através de ambientes ou ferramentas computacionais (síncronas ou assíncronas), de forma a potencializar a construção do conhecimento?"
A construção de conhecimento em ambientes virtuais de aprendizagem (AVA) é possível desde que ocorram interações, diálogos entre os participantes. Com esta interação, haverá uma aquisição mútua de conhecimentos.
A comunicação em cursos à distância ocorre de forma mediatizada, através do uso do computador e das mídias existentes. Assim, o professor/tutor precisa propiciar situações que levem a interação entre os estudantes.
O feedback é uma ótima estratégia. Por ser um curso à distância, com esse recurso o aluno sabe que não está sozinho, sentindo a necessidade de existir estas trocas permanentes. Também é de extrema importância, a resposta de dúvidas logo. Deixar os estudantes esperando por muito tempo o retorno sobre sua dúvida, acaba deixando-os desmotivados e isso não é bom.
Outro ponto importante, é elaborar normas a serem seguidas pelos estudantes no uso das ferramentas, isso auxiliará no bom desempenho na realização das atividades propostas. Mas, isso tudo não funcionará de forma correta sem a presença constante do professor/tutor. Na modalidade EAD, existe esta necessidade, para que através das interações possam haver trocas de conhecimentos e ampliação dos mesmos.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Aplicação dos recursos de informática na educação.

Muitas escolas do Brasil já possuem um laboratório de informática com acesso à Internet, softwares educacionais e programas básicos (editores de texto, programas de edição de imagens e apresentações, planilhas de cálculo, etc). Porém, basta ter os recursos? Como utilizá-los de maneira a garantir o desenvolvimento do aluno? Estas são apenas algumas questões levantadas por educadores brasileiros.

Em primeiro lugar, temos que partir do princípio de que o computador é apenas uma ferramenta. Sozinho, não é capaz de trazer avanços educacionais. Uma escola que resolve utilizá-lo como recurso didático necessita de bons professores, preparados e treinados, para utilizar os recursos oferecidos por este sistema tecnológico de forma significativa.

Colocar qualquer software para os alunos usarem não gera aprendizado. É importante que a escola tenha um projeto pedagógico que envolva a utilização do computador e seus recursos. O aluno não pode ser um mero digitador, mas sim, ser estimulado a produzir conhecimentos com o uso do computador. Neste sentido, o professor deve agir como um orientador do projeto que está sendo desenvolvido.

O uso da Internet também é um caso importante. De nada adianta pedir para um aluno fazer uma pesquisa na Internet sem as devidas orientações. Cabe ao professor instruir os alunos para que estes não façam simples cópias de textos encontrados em sites. Apenas copiando, os alunos não vão aprender. As orientações devem ser no sentido de como elaborar uma pesquisa, como encontrar sites confiáveis, como gerar conhecimentos com o material pesquisado, etc.

Outro ponto importante é o incentivo à criação. O aluno não deve ser colocado de forma passiva diante do computador. As ferramentas tecnológicas devem servir de base para a criação. Uma planilha de cálculos, por exemplo, pode ser usada para um trabalho de Matemática com dados estatísticos, criando fórmulas e gerando gráficos. Um editor de textos pode ser usado para a criação de um jornal com notícias e informações sobre o conteúdo de uma disciplina. Um programa de apresentação (PowerPoint) apresenta inúmeras possibilidades na elaboração de aulas com imagens, sons e outros elementos multimídia.

O importante ao utilizarmos recursos de informática na sala de aula, é não transformar a máquina na principal figura educacional. Professores e alunos devem assumir o papel de principais personagens e usar criatividade, raciocínio e atitudes ativas para a produção do conhecimento. Somente desta forma, o aluno estará se preparando para o mercado de trabalho e para a vida.

Disponível em: http://www.suapesquisa.com/educacaoesportes/informatica_educacao.htm

Questão norteadora do chat!

"Quais estratégias devem ser adotadas para se conseguir uma melhor interação e colaboração entre os participantes, através de ambientes ou ferramentas computacionais (síncronas e assíncronas), de forma a potencializar a construção do conhecimento?"
A construção de conhecimento em ambientes virtuais de aprendizagem (AVA) é possível desde que ocorram interações, diálogos entre os participantes. Com esta interação, haverá uma aquisição mútua de conhecimentos.
A comunicação em cursos à distância ocorre de forma mediatizada, através do uso do computador e das mídias existentes. Assim, o professor/tutor precisa propiciar situações que levem a interação entre os estudantes.
O feedback é uma ótima estratégia. Por ser um curso à distância, com esse recurso o aluno sabe que não está sozinho, sentindo a necessidade de existir estas trocas permanentes. Também é de extrema importância, a resposta de dúvidas logo. Deixar os estudantes esperando por muito tempo o retorno sobre sua dúvida, acaba deixando-os desmotivados e isso não é bom.
Outro ponto importante, é elaborar normas a serem seguidas pelos estudantes no uso das ferramentas, isso auxiliará no bom desempenho na realização das atividades propostas. Mas, isso tudo não funcionará de forma correta sem a presença constante do professor/tutor. Na modalidade EAD, existe esta necessidade, para que através das interações possam haver trocas de conhecimentos e ampliação dos mesmos.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Para pensarmos um pouco!

Os processos educacionais, hoje, estão limitados as condições sociais e a questões politicas governamentais e nas estruturas fornecidas para a realização deste processo de educação. Há hoje no Brasil cerca de 20 milhões de internautas, a maioria representantes das classes A e B.(tecnologia.terra.com.br). Já nas questões econômicas referentes ao Brasil indicam que 46,9% da renda nacional concentram-se nas mãos dos 10% mais ricos. Já os 10% mais pobres ficam com apenas 0,7% da renda (www1.folha.uol.com.br). Nesta relação de desigualdade como trabalharemos as tecnologias nas escolas sem a estrutura adequada? Com a qualificação dos profissionais da educação e a constante busca pela de novos métodos de ensino será que os educandários também irão buscar esta adequação, teremos uma estrutura para atuarmos e desenvolvermos novos projetos?

quarta-feira, 19 de maio de 2010

terça-feira, 18 de maio de 2010

Videos interativos

Aqui esta um link interessante sobre videos interativoshttp://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=7363&tipo_video=baixa#

Este recurso é muito abrangente, e pode servir de estimulo para apresentação de trabalhos e outros...
Por Michele Godoy

Variáveis da interação

As discussões em torno das interações mediada por computadores pressupõem uma reflexão sobre o relacionamento entre os participastes, os quais sempre evoluem criam novas e novas possibilidades. As interações são variáveis tendo caráter diferenciados, um deles é muito pertinente ao que diz respeito à educação. Os blogs criados com esse intuito, mexem com questões difíceis de lidar em uma sala de aula, mexem com a auto estima, aumentam até mesmo a vontade de escrever mais e melhor, emitir opiniões, estar presente, seja com um simples comentário ou com textos que fomentem o objeto de estudo.
Por Michele Godoy- Pólo de Restinga Seca

Os Ambientes Virtuais de Aprendizagem

Eu realizei essa leitura e acredito que seja interessante compartilhala....

Os Ambientes Virtuais de Aprendizagem

Para facilitar a criação destas comunidades, de aprendizagem ou não, surgem na Internet diversos softwares de agregação de pessoas. Dentre os muitos, alguns são voltados ao entretenimento, outros à distribuição de notícias até que chegamos naqueles focados no sistema de ensino e aprendizagem pela Internet. Estes softwares trazem consigo discussões pedagógicas para o desenvolvimento de metodologias educacionais utilizando canais de interação web. Assim, softwares como TelEduc, Moodle, Solar, Sócrates, dentre outros, ganham espaço no cotidiano aos educadores virtuais pelo fato de possibilitarem fácil manuseio e controle de aulas, discussões, apresentações, enfim, atividades educacionais de forma virtual.


"Ambientes digitais de aprendizagem são sistemas computacionais disponíveis na internet, destinados ao suporte de atividades mediadas pelas tecnologias de informação e comunicação. Permitem integrar múltiplas mídias, linguagens e recursos, apresentar informações de maneira organizada, desenvolver interações entre pessoas e objetos de conhecimento, elaborar e socializar produções tendo em vista atingir determinados objetivos." (Educação a distância na internet - Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida)


Com os chamados Ambientes Digitais de Aprendizagem (Educação a distância na internet) a EaD ganhou a possibilidade de organizar de maneira mais controlada cursos, mescla de aulas presenciais e a distância, possibilidade de aulas apenas virtuais, integração com novas possibilidades de interação pela Internet, além da aproximação entre professores e alunos dentro do processo educativo. O número de ferramentas disponíveis para utilização também cresce a cada dia. São e-mails, fóruns, conferências, bate-papos, arquivos de textos, wikis, blogs, dentre outros. Ressalta-se que, em todos estes ambientes, textos, imagens e vídeos podem circular de maneira a integrar mídias e potencializar o poder de educação através da comunicação. Além disso, a possibilidade de hiperlinks traz o aumento do raio de conhecimento possível de ser desenvolvido pelos alunos. Estes hiperlinks podem ser realizados tanto dentro do próprio ambiente digital de aprendizagem (entre textos indicados ou entre discussões em fóruns diferentes, por exemplo), como também de dentro para fora e de fora para dentro (em casos de pesquisas alargadas de discussões internas, nos quais se pode trazer ou levar conteúdo desenvolvido para a discussão). Assim, pode-se diferenciar inclusive as nomenclaturas que são dadas à educação promovido a distância.

“A INTERNET E A ESCOLA A Internet não é uma escola e nem poderá substituí-la enquanto instituição de aprendizagem, mas pode ser um valoroso complemento e auxiliar de todo o processo do ensino/aprendizagem. Pesquisadores da National Science Foundation, através de um estudo patrocinado pela Michigan State University (MSU), descobriram que a Internet pode ser uma boa ferramenta de ensino para crianças. O estudo aponta que, diferentemente do que se pensa, a Web não provoca nenhum efeito negativo na participação social de seus usuários ou no lado psicológico das crianças. A pesquisa conclui que as crianças que usam a Internet conseguem melhorar as notas escolares. fonte: www.gic.com.br. A Internet e a sua influência têm encurtado as distâncias entre os professores e os alunos, contribuindo para o surgimento gradual de um novo modelo de escola. A sala de aula terá um novo significado e ganhará uma nova dimensão. A difusão propagada pela Internet faz com que esta se assuma como uma enorme base de dados complementar, onde todos os alunos poderão retirar informação útil para execução dos mais variados trabalhos escolares e dar uma forte contribuição para consolidação dos conhecimentos.”

Extraido do site:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ambiente_virtual_de_aprendizagem

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Um pouco de humor...

Será que chegaremos a ter essa tecnologia?!




Fonte: Jornal A RAZÃO, de 13 de maio de 2010.

Construíndo Comunidades Virtuais de Aprendizagem

olá.
Abaixo deixo o link de acesso ao artigo Construíndo Comunidades Virtuais de Apredizagem.
Construíndo Comunidades Virtuais de apredizagem é um artigo que trata do acesso as tecnologias de informação por professores e alunos de escolas publicas, bem como a pesquisa e produção do conhecimento por meio de chats, fórum. O artigo também trás questões sobre mudanças e adaptações dos alunos com as novas tecnologias, bem como o papel do professor como facilitador da interação entre tecnologia e apredizado.

link: http://www.ip.pbh.gov.br/ANO4_N2_PDF/ip0402passarelli.pdf

domingo, 16 de maio de 2010

teste

teste

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Laboratório de interação mediada por computador (LIMC) - UFRGS

Olá!

Deixo abaixo o link do laboratório da UFRGS relacionado a assuntos da nossa disciplina.

Link: http://www6.ufrgs.br/limc/laboratorio.html

quarta-feira, 12 de maio de 2010

terça-feira, 11 de maio de 2010

Vídeo ilustrativo sobre a tese de Alex Primo

Pessoal, encontrei na internet um vídeo do youtube que faz uma ilustração sobre a tese de Alex Primo. Achei o vídeo proveitoso, por isso, recomendo. Como não consegui fazer download para salvar no computador e anexar direto aqui, deixo o link: http://www.youtube.com/watch?v=9VDQBKAjVoc

UMA CONVERSA A DOIS

Ana Paula Ramos

Interatividade, internet, comunicação personalizada. Esses são alguns termos que estão na ponta da língua dos profissionais que lidam com o futuro dos meios de comunicação. Pensar em uma linha diferente estagnaria o desenvolvimento da mídia ou mesmo retrocederia os recursos já oferecidos por ela.

Após o estouro da internet e a decorrente possibilidade de transmissão de dados e informações via satélite em tempo real, a digitalização da imagem e outros avanços que hoje interligam o mundo, qual seria o próximo passo para o desenvolvimento? Isso mesmo, a possibilidade de interagir com este mundo não só por meio da internet, mas de todos os sistemas de comunicação existentes.

Lendo um pouco sobre a interatividade, um tema muito debatido, complexo e cheio de conceitos diferentes, alguns autores frisam a necessidade de deixar claro o sentido do termo para falar sobre o assunto. Nada melhor do que incluir neste artigo algumas definições para facilitar a compreensão.

Falo da complexidade da interação, pois existem abordagens que podem ser feitas a este respeito. Na sociedade existem vários tipos de interação e a física explica que um simples olhar em observação tem influência sobre um acontecimento, ou seja, interage com ele.

A interatividade, de acordo com alguns estudiosos do assunto, pode se dividir em dois níveis: a interação técnica tipo analógico-mecânico como, por exemplo, o ato de digitarmos algo na tela ou teclado de computador, e a interação técnica tipo eletrônico digital, em que o receptor pode interagir não apenas com o objeto, mas com a informação.

Abordar o futuro da interatividade na mídia requer uma análise da interação técnica tipo eletrônico digital, ou seja, como as pessoas vão interagir não apenas com os equipamentos tecnológicos, mas com a informação passada pelos meios de comunicação.

Os meios de comunicação tendem a alcançar o mais alto índice de interatividade que temos conhecimento - a internet com seus links ou hipertextos. Pode ser que nada de muito diferente aconteça com os meios de comunicação, pois a tecnologia no nível que chegou busca apenas aperfeiçoar o que já existe.

Delimitações

Nesta era das mídias digitais e da tecnologia em rede, tudo acaba sendo confundido com interatividade. Tudo se tornou interativo, mas não é bem assim. É preciso cuidar com as delimitações do termo. A mídia valorizou de tal forma esta "palavrinha", que acabou banalizando-a e criando uma confusão de significados. Quase todos os produtos propagandeados passaram a ser "interativos".

Podemos relacionar a interatividade com a quantidade que um usuário pode participar ou influenciar na modificação imediata da forma, do conteúdo e de um ambiente computacional. Ela está baseada no estímulo encontrado no livro, jornal e TVs abertas que ainda são poucos utilizados. Já a internet, teleconferência e no videogame possuem alta interatividade.

A TV hoje só permite maior interação com a máquina, mas não com o conteúdo das transmissões. Mesmo os programas Você Decide ou Intercine, transmitidos há algum tempo pela Rede Globo, em que o telespectador podia escolher o final da história ou filme que gostaria de assistir no dia seguinte, limitava a duas ou três opções determinadas.

Esta é uma fase que se encaminha para um estágio intermediário entre a TV unidirecional e a interativa. Os programas citados da Rede Globo aos poucos educam os telespectadores a uma nova realidade: a possibilidade de interagirem com um programa de TV.

O Fantástico e alguns telejornais também começam a implantar este novo sistema em seus programas. São feitas pesquisas de opiniões instantâneas durante o programa, fazendo com que as pessoas participem. Da mesma forma, os reality shows começam a trabalhar com esta tendência deixando nas mãos dos espectadores quem continuará participando do programa. A interatividade, porém, ainda é limitada.

Revolução comportamental

Os novos meios de comunicação levaram a sociedade a uma revolução comportamental. Em poucos anos, a TV digital, que nada mais é do que a união do aparelho de TV com a informática, tornará o telespectador parte fundamental do processo de comunicação de forma ativa, e não passiva como ainda vemos atualmente.

O sistema vertical de transmissão será invertido, pois cada casa será um transmissor em potencial. Diferentemente da TV atual, essa união com a informática permitirá não apenas receber sinais, mas também enviá-los. A partir desta transformação nascem os canais pessoais. As idéias de qualquer pessoa poderão ser transmitidas para o resto do mundo, o mesmo que acontece na internet nos sites pessoais.

Essa grande mudança vem ligada ao progresso tecnológico. A verdadeira TV interativa só existirá com o desenvolvimento de novas tecnologias que tenham a capacidade de transmitir uma quantidade maior de dados por segundo.

Atualmente, desenvolve-se o sistema de telas sensíveis ao toque que passarão para um sistema de reconhecimento de voz. Os avanços tecnológicos não param; alguns especialistas querem também criar um chip de odor para que o computador libere aromas. Depois disso, quem sabe, o computador comece a sentir frio, rir, chorar e trocar umas idéias com o dono! Parece inacreditável, mas a tecnologia tornará as máquinas humanizadas.

Será que é tudo bom e surpreendente o que a comunicação precisa alcançar? As tendências da comunicação são um pouco assustadoras se observarmos que para todo um sistema sobreviver em harmonia é necessário haver regulamentos e respeitá-los. Na nova mídia interativa não haverá espaço para censura, críticas ou imites. Suas vantagens a partir desta análise são altamente questionáveis.

http://www.canaldaimprensa.com.br/canalant/debate/dquartedicao/debate05.htm

segunda-feira, 10 de maio de 2010

A Informática como Ferramenta Didático-Pedagógico

A informática como Ferramenta Didático-Pedagógico.

Fonte: http://integracomp.blogspot.com/


           Observando esta imagem o que passa em nossos pensamentos? A forma tradicional do ensino? Imagens que estão desaparecendo do contexto escolar?
           Na era da informática, recursos tecnológicos não podem ser desprezados. Segundo Moraes [1995], o uso da informática como técnica ou recurso, caracteriza a modernidade, ressalta que este processo deve ser feito de forma crítica, compreendendo as relações políticas entre a sociedade, a tecnologia e a educação. O uso do computador como ferramenta educacional, parte do pressuposto que o aluno desenvolve a sua aprendizagem utilizando-o, a educação deve ser uma resposta ao processo de mudança do paradigma instrucionista para construcionista, sendo assim, esse é visto como um recurso que permite enriquecer a própria aprendizagem, ou seja, ele é catalisador desse processo, onde aprendizagem estará sob o controle do próprio aluno, sendo o professor um mediador, facilitador deste processo, entendido como um processo de construção do conhecimento. O docente em sua prática, com uso de ferramentas educacionais, passa-se a utilizar a abordagem construcionista, isto é, propiciar as condições para o aluno agir, refletir e depurar o seu conhecimento em todas as fases pelas quais ele deverá passar no uso do computador na sala de aula.
        O professor deve constantemente estar estimulando a aprendizagem, procurando interagir com o aluno, com a classe, enfim como um todo; cabendo a ele desenvolver um projeto de como interagir sua disciplina com o uso do computador.
       Deve-se refletir na proposta de que cada docente terá que conhecer informática para desenvolver, juntamente com seus alunos, atividades relativas ao conteúdo da sua matéria.
      Entender e integrar o computador em sua prática docente e ser capaz de superar barreiras de ordem administrativa e pedagógica, o professor estará possibilitando com isso, a transição de um sistema fragmentado de ensino para uma abordagem inovadora de conteúdo.
      Contudo o simples fato da introdução dos computadores nas aulas não garante a solução dos problemas educacionais, desta forma, o sucesso ou não da informatização dependerá do uso que se faz dela de como o professor vem atuando e dirigindo sua disciplina frente aos recursos computacionais. No que se refere ao processo de ensino-aprendizagem.



Referencias Bibliográficas:

MORAES, R. A. Educação, informática e sociedade: o processo de informatização do ensino público no Brasil, Belo Horizonte - VI Simpósio Brasileiro de Informática na Educação-SBIE, 1995.





Interatividade aliada as novas tecnologias

Interatividade aliada as novas tecnologias


As novas tecnologias aliada aos meios de comunicação proporcionaram novas formas de ação entre os indivíduos, ampliando-se o conceito de interatividade. Nossa sociedade é cada vez mais digital e assistimos à uma revolução nas relações interpessoais. A interação mediada por computador, como define Primo (2007), adquiriu um grande espaço nessa sociedade: nunca se presenciou tão elevado número de usuários na internet, que acessam a sites, principalmente de relacionamentos e que interagem através de e-mail, MSN e chats.

Não há dúvida de que a interatividade é o diferencial nas questões que envolvem a internet. Não só porque a rede é um meio interativo por excelência, mas também pelo fato de que um determinado site que não explora interatividade certamente não alcançará seus objetivos na maioria das vezes. Isso porque o usuário está cansado de tudo aquilo que é estático; ele quer opinar, dizer o que pensa e interagir.

Conforme Primo (2007), interação é “ação entre” os participantes do encontro. Dessa forma, sites de campanha política, por exemplo, devem utilizar recursos que possibilitem a interação entre as parte envolvidas no processo eleitoral, por conseguinte não surtirão um efeito satisfatório.

Exemplos de campanhas pela internet que fizeram sucesso em ano eleitoral, foi a de Barack Obama (EUA) e a de Fernando Gabeira (RJ). Ambos mobilizaram os eleitores, através de “pontos de encontro” em seus sites. Ao contrário deles, a maioria dos candidatos ignoraram os recursos interativos. Experiências inovadoras como a de Obama e Gabeira podem estimular as campanhas on-line, bem como despertar os demais a ampliar o uso de ferramentas digitais em seus sites políticos.

Além disso, há uma problemática que envolve as campanhas eleitorais via Web. Trata-se de campanhas “negativas”, que causam repercussão e que de certo modo influenciam a opinião dos eleitores, como foi o caso do vídeo postado no YouTube, parodiando um adversário de Márcio Lacerda, candidato à prefeitura de Belo Horizonte, no ano passado.

Assuntos como estes são de grande relevância na “sociedade em rede” em que vivemos, visto que estamos inseridos numa realidade complexa, onde as relações humanas cada vez mais são determinadas por processos tecnológicos e interativos.



Israel Pedro,

graduando em Comunicação Social pela UESC.

Retirado do site:
http://gentedefe.com/pedrophn/2009/09/15/interatividade-aliada-as-novas-tecnologias/

dica interessante-- Simone Fréo de Souza



Este site serve de complemento digital ao livro "Interação Mediada por Computador: comunicação, cibercultura, cognição". Aqui você encontrará todas as informações sobre a obra e seu autor, além de poder acessar e fazer downloads de produtos hipermídia que estendem a reflexão sobre o tema para além das páginas impressas do livro.

O livro

O que é "interatividade"? Esta foi a pergunta que inicialmente motivou este livro. Muito além de uma aparente simplicidade, tal problema exige uma reflexão cautelosa, que coloque em revista até mesmo o que se pensa e se sabe sobre os processos de comunicação. A utilização dos conceitos e teorias da comunicação de massa pouco servem para esse debate. Não se quer, claro, menosprezar décadas de estudos rigorosos sobre os processos midiáticos. Mas se a interconexão na Internet permite ultrapassar diversas barreiras até então impostas pelos meios massivos, como estudar a interação mediada por computador com auxílio apenas das tradicionais senhas explicativas?

(da Introdução)

"Embora o uso do termo seja onipresente, existe uma carência de estudos dispostos a percorrer os meandros do conceito de interação e das implicações nele contidas, ultrapassando as barreiras opacas do senso-comum. Nesse contexto brumoso, não poderia haver livro mais bem-vindo do que este que Alex Primo nos apresenta para iluminar com sua lucidez os caminhos das nossas reflexões e práticas em um universo que se multiplica a perder de vista".
Lucia Santaella
Professora Titular da PUC-SP. Pesquisadora 1A do CNPq

"O livro oferece ao leitor um leque completo de problemas ao tratar de temas como interatividade, interface, interação, processos interpessoais de comunicação, inteligência artificial e modelos mentais, teoria dos sistemas, processos de aprendizagem... O cardápio é amplo e tratado com maestria e clareza. O autor alinhava com rigor os temas, revisando a literatura e contribuindo com um pensamento próprio. Alex Primo oferece aos estudiosos do jovem campo da cibercultura no Brasil (que cruza questões pertencentes a áreas com a filosofia, a sociologia, a comunicação, a antropologia, as ciências cognitivas…) uma obra que, em um campo onde tudo passa tão rápido, ficará como referência".

André Lemos,
Professor Associado da Facom/UFBa, Pesquisador 1 do CNPq.

Olá pessoal!

Estou chegando aqui no Blog. Após pesquisar muito, acho que estou começando a desvendar os mistérios de mais esse recurso. Espero poder contribuir muito e bem para nossos estudos sobre IMC. Abraços!

sábado, 1 de maio de 2010

Boas Vindas....

Olá pessoal, sejam bem-vindos ao blog da disciplina Interação Mediada por Computador.

Esperamos que a gama de informações disponibilizadas e discutidas ao longo destas tês semanas, neste blog, sejam significativas e possam ser transformadas em conhecimento. Desejamos um bom diálogo para todos!

Giliane e Tarcila